sexta-feira, 6 de maio de 2011

- Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia se sentar na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. A sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha que ficar sempre deitado de costas. Os homens conversavam horas e horas. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias…E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela. A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes,chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte. Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas. Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia passar: Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas. Dias e semanas passaram. Uma manhã a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. A enfermeira ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo. Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto. Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo! O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas passar alguma coragem pra ele!
MORAL DA HISTÓRIA:
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada. Se você quer se sentir rico, conta todas as coisas que você tem que o dinheiro não pode comprar. ‘ O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente.’
  Eu me identifiquei muito com essa historia porque sempre vi a vida pelos olhos de Neto e ele sempre me mostrou um mundo lindo com o futuro maravilhoso e feliz. Ele me poupou de muitos dissabores, mas de repente foi embora e agora assim como esse homem eu vou ter que ver além da parede de tijolo sozinha.. Agora o mundo pode não ser tão bonito como era olhando com os olhos dele, mas agora vendo as coisas com meus olhos não vou mais me iludir, mesmo que já não sejam tão bonitas é o meu mundo real. E aqui vou ser feliz de verdade vendo o mundo como ele realmente é sem mentiras nem fantasia.
  

' O dia hoje começou maravilhoso e tenho certeza que a partir de segunda  grandes supressas viram, que chegue segunda, mais antes tem Dias das Mães, então feliz dias da Mães,  a MINHA MÃE essa mulher forte, que tanto me ensinou e me apóia sempre, a DONA VANDA que é um mulher que admiro muito mesmo antes de ser minha sogra, a DONA IVONE que é uma mãe postiça e que sempre foi maravilhosa comigo e as mãe dessa casa que amo, a MINHA IRMÃ que é uma mãe maravilhosa e a TIA FATIMA  que tenho como uma mãe e a MINHA FILHA TÁBBATA que também é mãe. E as minhas amigas mães aproveitem o dia junto dos seus filhos. E um recado pro meus filhos, nada de presentes pra casa, prefiro roupas, sapatos, bolsas e viagens. kkkkkkkkkk


Ser Mãe
Deixei a natureza transformar-me com todas suas leis tive o prazer de sentir um bebê no meu ventre chorei na maternidade, troquei fralda, passei noites acordada, desfrutei a sensação de amamentar, ensinei a comer, ensinei a andar, chorei no primeiro dia de escolinha, talvez tenha deixado algumas pessoas de lado, talvez não tivesse tempo para dar atenção para as amigas, pode ser que me relaxei um pouco com minha aparência ou quem sabe não tive nem tempo para pensar nisso, pode ser que deixei alguns projetos pela metade ou talvez porque não conciliava com meu horário familiar. Momento algum joguei nada para o alto na verdade segurei com as duas mãos, tudo o que vi cair do céu porém permiti. A mão de Deus me tocar para ser uma verdadeira mãe!
Beijos e Feliz Dia Das Mães! ;*

Um comentário:

  1. SER MÃE

    A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.

    Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.

    O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.

    Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?

    É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.

    Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.

    Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas.

    Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.

    É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências.

    Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho?

    E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.

    Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho.

    É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.

    É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.

    Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.

    Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de mamãe a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.

    Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê.

    Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais º não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.

    É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.

    É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.

    Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.

    Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.

    É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um Espírito imortal vestido nas carnes de seu filho

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