quinta-feira, 5 de maio de 2011

Qualquer semelhança é mera coincidência
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... AUTO-ESTIMA.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é... AUTENTICIDADE.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... AMADURECIMENTO.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... RESPEITO.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... AMOR PRÓPRIO.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... SIMPLICIDADE.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... HUMILDADE.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... PLENITUDE.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... SABER VIVER! (Charles Chaplin)




 - História da Carochinha (Continuação):

A rainha procurou o rei e pediu que ele ficasse longe dela, que ela ia embora do reino e que ele nunca mais ia vê-la, que o casamento deles já não existia mais e que nunca mais queria relacionamento algum com o rei. Ela disse também que antes de ir embora iria dar uma surra na odalisca que tanto fez que conseguiu destruir sua vida e que ela própria daria uma surra na odalisca. O rei poderoso falou: - ‘Você vai ser pressa se algo acontecer a ela. A rainha olhou nos olhos do rei olhos que ela sempre achou os mais sinceros do mundo e disse:- ‘ Pressa? a minha vida já é um prisão sem grades desde que você me aprisionou nesse mundo sujo que vive hoje, posso ser pressa mais não abro mão de dar um surra nessa odalisca. A rainha disse isso e saiu chorando. No dia seguindo o rei mandou seus soldados a casa da rainha com a acusação que a rainha teria ameaçado o rei. Os soltados levaram a rainha pressa. Na prisão a rainha chorava e rezava muito, seus filhos procuraram o rei e pediram que soltasse a rainha, mas o rei cego pela odalisca não atendeu o pedido dos filhos e manteve a rainha pressa. Mas permitiu que eles visitassem a mãe na prisão, quando os filhos viram a rainha choraram e abraçaram, então a rainha ordenou que eles fossem embora. A princesa disse: - ‘Minha mãe seja forte vamos te tira daqui! Passou alguns dias e a rainha continuava pressa, a odalisca e o rei estavam muito felizes e os filhos da rainha faziam de tudo para que o pai, o rei, libertasse sua mãe. Na prisão a rainha conheceu a solidão, o poder da oração e escreveu na parede da prisão "TUDO PASSA, ISSO VAI PASSA TAMBÉM.”
E o tempo passou, a odalisca tornou-se rainha e neste dia soltou a rainha como presente aos filhos do rei pelo seu casamento. A rainha saiu da prisão, ao sair encontrou-se frente a frente com a odalisca, então a rainha disse: - ‘Esperei uma vida mais sabia que um dia iríamos fica cara a cara, quem vem do lixo ao lixo voltara, pessoas como você que mente como se falasse a maior verdade, que fez sua felicidade na tristeza de tantos nunca será feliz e enfim deu a surra que tanto falou na odalisca. Seus filhos impediram que os soldados impedissem a surra e deixou a raiva bater na odalisca, mas um dos soldados atirou na rainha por ordem do rei. A rainha quase sem força disse ao rei:- ‘Você me matou não hoje, mas quando me fez acreditar que eu era feliz e me abandonou, morro realizada por ter dado o que a odalisca merecia. Dizendo isso a rainha morreu e todos choraram a morte da rainha. Os filhos do rei foram embora do reino e o rei ficou só com sua odalisca que ficou com uma cicatriz no rosto devido a surra que havia levado da rainha. O rei que agora vivia como sempre quis, com sua odalisca e sem ninguém para atrapalhar, só que a odalisca mostrou quem realmente era, o rei já velho e debilitado pela vida de trabalho que sempre teve não conseguia acompanhar a sua odalisca e sua amiga a mulher do ministro, que hoje era viúva, as festa do reino. Vivia no palácio com suas  lembranças, os dias de amor e sexo já não existiam mais e o rei cada dia mais triste percebeu depois de anos que sua odalisca era na verdade uma... FIM (Isso é uma outra historia que contarei em outra oportunidade)  
MORAL DA HISTORIA NEM SEMPRE PODEMOS FAZER QUEM AMAMOS IR PRO CAMINHO CERTO. PORQUE NEM SEMPRE O NOSSO CERTO E O CERTO, MAS O TEMPO TIRA AS MASCARAS E CADA UM É RESPONSÁVEL PELA SUAS ESCOLHAS. 




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